domingo, janeiro 18, 2004
E eu a insistir no Amor. No de verdade mesmo. Feito plenitude, entrega, totalidade, cumplicidade. Esse Amor que esbarra com as normas de uma sociedade tecida de hipocrisias, traições e faz de conta. Não sei se faria sentido, se seria possível, mas, ainda assim, eu queria uma sociedade feita de gente nobre. Pelo menos, emocionalmente nobre... Capaz de assumir afectos, sentires, paixões, estando-se nas tintas para as convenções.
Mas é tão difícil ser-se autêntico, verdadeiro mesmo.
E, ainda por cima, a fraqueza e a hipocrisia dão status em Portugal.
Que porcaria de sociedade!!
Mas é tão difícil ser-se autêntico, verdadeiro mesmo.
E, ainda por cima, a fraqueza e a hipocrisia dão status em Portugal.
Que porcaria de sociedade!!
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