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quinta-feira, fevereiro 28, 2008

A Eternidade e o Desejo. O meu primeiro presente de aniversário. Especial. A colar-se ao meu ser, ao existir também.
Obrigada!

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

A Mafalda Veiga canta só para mim.
Entra-me na sala, na alma também, uma sensação feita de mil sensações. Indefinível. Ou, se calhar, não quero perder o meu tempo a tentar defini-la... Cheira a orvalho, a terra húmida, a chuva contida, a desejo de mulher, a abraço masculino também. É o meu Alentejo, tranquilo, essencial, a visitar-me.
São os sobreiros rugosos, a terra gretada, as vacas preguiçosas, os verdes ousados, as cegonhas vaidosas, a chegarem com o á-vontade que a conterraneidade lhes dá e a instalarem-se por aqui, invadindo-me, assaltando a minha ansiedade e vestindo-a de paz. Esqueço o trabalho, as fichas, os relatórios, as grelhas, os textos, as desilusões, e venho gozar a companhia da solidão alentejana.
O sonho, a minha incorrigível vontade de fugir do real que me sufoca e tortura, toma conta de mim. Traz-me mil paisagens, momentos de um passado que nunca existiu, existências num futuro que nunca será! Eu sei, mas ignoro e acredito na ficção. Na minha ficção sonhada, sou feliz sempre. Lá, a Felicidade não é uma velhinha marreca que vende flores na praça; lá, a Felicidade não é uma palavra vaga e vã a encher postais pirosos; lá, a Felicidade não é uma quimera; lá, aqui e agora, a Felicidade é um acto de ser-saber-fazer. E eu sei! Faço-a magia de mil leituras de muitos livros que sei de cor; torno-a toques masculinos ousados e ternos; visto-a com as cumplicidades que tento tecer.
A culpa, é da Mafalda Veiga!
E do Alentejo húmido que adoro!!

terça-feira, fevereiro 26, 2008

O tempo acelerou! Ainda hoje é terça-feira e eu sinto que, desde domingo, vivi 500 horas... Ontem, Sintra! A pé até Monserrate, o esforço (inglório?) de fazer os meus alunos ouvirem Eça, reencontrarem o Alencar, passearem ao lado de Carlos e Cruges. Depois, o parque romântico. A exuberância, o despertar dos sentidos (dos sentires também), o gosto pelo exótico, a humidade fresca. Seis quilómetros de marcha sorrida e brincada. Porque é bom passear com os jovens, brincar, sorrir, gargalhar até. É bom ver crescer cumplicidades, tecer saberes, desafiar ousadias e sonhos. Sintra!
Hoje, O Parlamento Jovem. Os jovens a aprenderem (mal!) a ser cidadãos, a intervir, a argumentar. Os jovens a perceberem a ineficácia do sistema, os vícios da democracia, os riscos da contabilização da razão. Os meus alunos a serem escolhidos para irem ao Parlamento, a casa da democracia, debater e levar ideias. Ainda o EUROSCOLA. E eu a sentir que deviam ganhar, que o texto era bom, que a Cátia e Miguel o assumiram e apresentaram muito bem. E ganharam! Porque, no EUROSCOLA, não ganha o número, só a qualidade...
Amanhã, Departamento. As reuniões ineficazes, a sensação de socorro tirem-me daqui a tomar conta de mim!
E eu, pessoa-professora, a sentir-me não-ser no meio da imensa diversidade de desempenhos, ouvindo ao longe a maldita sinistra, perguntado-me se tudo isto, só por acaso, valerá a pena...
Responde-me o sonho, a Fé nos meus alunos, o vício de querer ser para além de existir!

domingo, fevereiro 24, 2008

Amanhã, às sete, lá vou, uma vez mais, repetir os passos de Carlos da Maia em busca de Maria. A Carlos movia-o o amor. Queria encontrar a esplêndida mulher que o encantara à chegada ao Hotel Central, ali mesmo atrás, no capítulo VI. A mim, move-me o amor também! Quero encontrar razões e motivos que encantem os meus alunos, que os despertem para os mil sentidos de um só olhar, que os marquem fundo para que, mais tarde, se lembrem que, às vezes, há sentidos na existência para além do existir...
Sempre que vou a Sintra, vibro com as minhas fantasias loucas. E se eu encontrasse o Alencar? Ou, melhor ainda..., se eu me instalasse na Lawrence, bem amparada num abraço cúmplice, e daí desafiasse os limites dos mil amores ali feitos? Feitos mesmo: Carne com carne, sentires e prazeres! Hummm... não levaria então os alunos. Só o levaria ele. Ao Amor mesmo, sem gravata, brincando ousadias, literaturando ao meu ritmo, partilhando o bacalhau à Alencar e subindo ao quarto com um Porto a meias.
Ah! Os românticos... E eu!!

sábado, fevereiro 23, 2008

Hoje não há subterfúgios, não há personagens, não peço a ninguém que leia o que não escrevo ou que tente descodificar as entrelinhas do meu texto. Hoje, eu sou eu exposta. Eu, Luísa Moreira, mãe, mulher, portalegrense, leitora apaixonada, professora desiludida. Eu, que faço, para a semana, dia 29 de Fevereiro, uma montanha de anos. 48! Tenho já idade suficiente, talvez, para assumir o que penso e dizer o que sinto. Assumo, por isso, que teclo furiosamente o meu texto porque estou danada com a minha vida. Estou desesperada, ofendida, magoada, humilhada na minha condição de professora. Eu, a Luísa Moreira professora, não acredito no sistema de avaliação de desempenho que o governo do meu país me quer impor. E eu quero ser avaliada! Eu proponho que me deixem elaborar o meu portfólio de desempenho, que lhe atribuam um peso de 50%, que deixem os meus alunos avaliar o meu desempenho diário, e que a essa avaliação atribuam um peso de 40% e que os 10% restantes sejam da responsabilidade do órgão de gestão da minha escola que sabe dos pormenores administrativos e burocráticos do meu desempenho. Proponho discutir todos estes elementos com uma equipa de avaliação externa. Não tenho medo da avaliação! Tenho medo da humilhação e da injustiça do que me é imposto e que considero aberrante! Eu gosto do que faço na escola! Gosto (ou deveria dizer gostava?) de ler textos diversos, de discutir ideias, de poder apresentar aos meus alunos novas realidades para tecer saberes, de analisar textos, de esgrimir argumentos, de escrever sobre mil temas. Gosto da proximidade com os miúdos, de me rir com eles, de ralhar quando é preciso, de sentir que confiam em mim. Gosto (gostava?) de ser a professora Luísa. E de os ouvir chamarem-me na rua, e aceitar as propostas deles para novas e diferentes actividades. Por gostar de tudo isto, estou (estava?) sempre disponível para entrar em novos desafios, dinamizar projectos. Quantas vezes me levantei às cinco e às seis da manhã para, com eles, ir descobrir novas realidades, fazer percursos literários, descobrir até a Europa da União onde, acho eu, tem de haver um lugar de destaque para eles?! Mas hoje estou desanimada e infeliz. Porque vou fazer anos e, em vez de me apetecer comemorar mais um dia de conquistas, ainda por cima com o privilégio de ser mesmo o dia certo – 29 de Fevereiro -, apetece-me fugir, emigrar, encontrar um canto no mundo onde não seja crime ser professor, onde nas escolas se preserve o direito ao sonho.
Eu, Luísa Moreira, também sou mãe. Às vezes, acontece os professores serem pessoas…, e tenho uma filha na Faculdade. E a Luísa-mãe olha com desconfiança o futuro da filha. Porque no meu país há licenciados a lavar escadas, a conduzir táxis e a engrossar as listas dos desempregados. Eu, eu que tanto gosto do meu país, que sou portalegrense de alma e coração, ando à procura de oportunidades que permitam à minha filha ir embora do país, emigrar, encontrar um lugar onde lhe seja possível trabalhar e ser feliz. Eu hoje estou assim. Não me apetece fazer de conta, escrever correcto, ou criar ficções que escamoteiem a realidade. Eu, a Luísa mulher, a tal que para a semana faz anos e até nasceu num ano simbólico – 1960 – sinto a alma encolhida e os sentires embaraçados. Eu, eu mesma, hoje não peço a ninguém que tente compreender ou sequer se esforce para concordar comigo. Hoje, eu estou bem sozinha na minha amarga condição humana e, por isso, não peço a ninguém que se incomode a criticar-me ou a inventar motivos para a minha amargura. Eu mesma os apresento: - Estou farta do governo PS que me humilha e destrói! Não há, hoje, vontade de dourar as coisas e nem sequer presto atenção ao meu cão que, ouvindo o teclar rápido, ladra de vez em quando a pedir-me calma. Estou farta da calma, da correcção, do faz de conta que sim e que também. Hoje, confesso que tenho medo. Medo dos governantes em quem não votei, medo de represálias pelo que digo, medo de um dia passar também a excedentária…
Hoje, só mesmo porque vou fazer anos, confesso o meu desejo de desaparecer deste Portugal mentiroso e medíocre que me sufoca!
Dia 29, espero…, irei jantar a Marvão. É o meu último reduto. Lá, no lugar onde quero que, um dia, as minhas filhas lancem as minhas cinzas (será que depois só nascerão ervas daninhas??) vou bradar a minha fúria desesperada aos ventos e às águias!!

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

"Lisboa, 20 Fev (Lusa) - Os homens portugueses são os que dizem fazer mais sexo, indica um estudo sobre saúde e estilo de vida realizado em 20 países que também indica que os "machos" portugueses são dos mais insastifeitos com a sua vida sexual." - Finalmente as estatísticas têm, para mim, alguma utilidade! Vêm provar que QUANTIDADE não é sinal de QUALIDADE!!
Eu estou farta de dizer que MAIORIA não é sinal de RAZÃO, que MUITO não é sinónimo de BOM...
Só esta notícia para me fazer rir hoje!!

Está um dia pesado, intenso, esmagador. Eu estou exausta, desanimada, revoltada já não... Porque o cansaço me venceu, a desesperança se instalou, o desinteresse me faz encolher os ombros cansados. Isto tudo porque, contra qualquer razão inteligente, a avaliação dos professores vai decorrer de acordo com o decidido pelo governo. Vai mesmo. Vamos ser avaliados pelo colega do lado, a quem, muitas vezes, não reconhecemos competência ou sequer qualidade (não é exactamente a mesma coisa). As escolas, as mais papistas, inventam grelhas, fórmulas, documentos; outras, recusam alinhar na humilhação oficial dos docentes. Alguns dos potenciais avaliadores incham de orgulho, anunciam, num humor excessivamente real, que "vão grelhar os colegas".
Estamos fritos, apetece dizer.
Eu, professora, queria só que, no meio disto tudo, se lembrassem de me deixar dar aulas. É que é só mesmo o que sei fazer... Queria que me permitissem continuar a discutir com o Miguel o que dá um texto sob o título "O teu olhar me cansa"; ou ajudar a Patrícia a compreender que para além do conhecido há mil leituras a descobrir n'Os Maias; ou desarrumar um pouco a ordem formal do João; ou enfrentar o olhar atrasado do Manel para lhe dizer que, de facto, os horários até são para cumprir; ou ler o silêncio do olhar interessado e curioso da Mafalda; ou; ou.
Queria que me deixassem fomentar comportamentos activos, cívicos, críticos também. Queria que a alegria que experimento quando os meus alunos expõem ideias, discutem políticas e intervêm em público com qualidade, fosse partilhada na escola. Queria, ainda..., sentir a escola feliz porque a Catarina, da São Lourenço, será a Presidente da Mesa do Jogo Os Jovens e o Parlamento.
Queria, no fundo, que deixassem a Escola ser Escola. Que a não minassem por dentro, que lhe não tirassem o que de mais fantástico tem: - As relações humanas!
Porque nada disto parece ser possível, eu já só desejava ser o meu Buda para que apenas me pontapeassem os estranhos que me não conhecem...

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Está quase a passar a minha fúria... ou melhor, a ficar adormecida. Enchi uma canecada de chá verde, transgredi na dieta com duas bolachas, acalmei os pensares e entreguei-me aos meus sentires. Estive a trabalhar, para os meus alunos, fiz um teste que acho perfeito, faz pensar, não se centra na repetição e, agora, vou tentar dormir. Tentar...Porque ando num stress (palavra chique a valer, parafraseando Dâmaso) que me acelera o coração e contrói insónias incómodas. Estou de mal com o mundo! O meu mundo não existe!

Se eu fosse rica, mesmo rica, hoje tinha tido o privilégio de partir a minha televisão para bater no sócrates. Que anormal!! Que ousadia!! Que lata para mentir!! Odeio este governo. Tanto, que quase odeio o país que tanto amo!!

domingo, fevereiro 17, 2008

O meu computador foi contaminado por um vírus terrível e destruidor! Não se chamava sócrates (a minúscula é intencional. o Filósofo não merece ser confundido!) mas obrigou-me a comprar um disco novo e a sentir-me perdida durante quase uma semana. Eu, eu que tanto condeno a paranóia informática, percebi que esta coisa, que ainda por cima se apresenta com uma sigla que detesto - Pc- me faz imensa falta!!
Sem computador, fui até Valhelhas. Nome estranho para uma terra pequenina, pertinho de Manteigas, na Serra da Estrela, com um Restaurante fantástico chamado Vallecula! Os petiscos são tentações obrigatórias e nem o pelourinho, mesmo à porta do restaurante, nos faz temer os excessos...
Voltei e recuperei o computador. Não estou mais feliz, mas com mais trabalho e menos sossego... Que estranho!

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Dia dos Namorados. Mais um Dia a fazer-se notar no calendário, cada vez mais oco, que faz a vida da humanidade. Hoje, há sorrisos cúmplices, olhares doces, muitos vermelhos e embrulhos com lacinhos. Hoje, a objectividade meteu folga... Vive-se a esperança mascarada de verdade, marcam-se jantares, compram-se flores.
Hoje, os meus alunos pensam nas e nos namoradas/os e mostram-me, cheios de secretismo, os presentes que compraram, os power point que criaram. Presto atenção, faço sugestões, interesso-me de facto. Porque eu acredito que é assim que se fazem pessoas: - Assinalando tempos, tecendo relações, experimentando emoções.
Gosto do São Valentim, mesmo duvidando da sua existência!

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Avaliação externa da escola. Uma equipa, três inspectores, uma escola a prestar-se à análise. À tal análise objectiva, rigorosa, isenta, centrada nas evidências. E, evidente mesmo, eu acho a nulidade dos avaliadores: - Os cabelos loiros de tinta de má qualidade, a franjinha ridícula, os saltos agulha que ninguém mais usa, o discurso formatado, oco, feito de parangonas sem sentido, aprendidas nos livros de onde as emoções, os sentires, os pensares mesmo..., foram eliminados. Os professores assistem, ouvem, pensam calados, engolem dúvidas com medo da evidências que não acham...evidentes!
Na rua, na serra, junto aos meus cães, sinto o vento agreste, o frio, e tranco o coração a sete chaves. Queria, agora, depois da série Amor no Alasca que não perco nunca, uma cama fofa, um edredon branco e um corpo quente, cúmplice, porto para ancorar as minhas angústias. Tantas!!

domingo, fevereiro 10, 2008


Porque as confusões acontecem, o meu cavalinho Dandy é... uma égua! A culpa foi do cordão umbilical, pendurado, sugerindo masculinidade. Por isso , o Dandy é a Diva. Continua sendo um bicho lindo e é muito mais confiável... Agora, posso fazer-lhe mil confidências, com a certeza que ela me entende! A Diva já dispensou o biberon e bebe do balde, apressada, cheia de vontade de viver! Tem personalidade, mau génio também, e é ligeira a virar a garupa e preparar o coice. Gostava tanto que ela acertasse nalgumas pessoas...

sábado, fevereiro 09, 2008

Afinal a avaliação de desempenho de professores foi adiada. Mas a porcaria é a mesma, só o prazo mudou. E esteve um dia lindo, com as mimosas a gritarem Primavera! A Ministra reconsiderou, decidiu que já não é preciso corrermos, que podemos fazer com mais calma a mesma porcaria. E o dia estava apetitoso, cheiroso até, bom para sorrir e acreditar na humanidade! A Ministra parvalhona e a sua equipa incompetente dizem que só são bons professores os que dão boas notas. Mas esteve um dia de sol morno. Vi os campos verdes, tapetes de malmequeres feitos de mil cores! As vergonhosas medidas para a avaliação dos professores, essas mesmas que a dona Lurdes copiou de modelos obsoletos de outros países que as já não usam, vão manter-se. Mas há mais tempo. O dia dava vontade de sonhar, de sorrir, de ser cúmplice, de desejar um abraço forte com tudo o que ele pode arrastar!
A Ministra não pode perceber a magia do dia de hoje! É o meu consolo! A incapacidade humana da dita!!

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Amanhã já há aulas. E eu sinto o coração partido. Ou melhor, dividido. Não em quatro partes, ventrículos e aurículas, mas em duas: - Amor e pânico! É o que sinto sempre que, agora, vou à escola... Se eu conhecesse o Dr. Hause ia à consulta. Ele, com certeza, descobriria a infecção grave que o Ministério provoca e, de certeza também, havia de me arranjar uma terapêutica eficaz. Assim, sem ficção, resta-me amanhã encarar a realidade. A doentia mesmo!

terça-feira, fevereiro 05, 2008

Há muito tempo já que não vadiava pela literatura. Como eu gosto, relendo, recuperando memórias de outros momentos das mesmas leituras. Hoje, com o Carnaval bem longe, tive tempo para isso. E comecei pelas Confissões de Frei Abóbora! Tinha saudades da Paula-Pô-Pozinha-Pu. Da ternura, por vezes muito amarga, de José Mauro de Vasconcelos, das descrições dos momentos intensos feitas com tanta beleza. Depois, João Guimarães Rosa. Diferente. Sempre a lembrar-me o meu Aquilino, de linguagem difícil, expressiva, cerrada e serrana. A terminar, Cecília Meireles. A poesia boa, saborosa. Não toquei em Jorge Amado. Assusta-me sempre!
Foi a minha lembrança de Carnaval!
Agora, mascarada de tranquila e resignada, vou para a cama. Acho que deixo o Buda ficar aos meus pés...

sábado, fevereiro 02, 2008

Depois de algumas horas a ler portfólios, depois de outras (menos) a corrigir textos semanais, depois de um passeio com o Fred até à ribeira, deu-me para pensar que, com tanta correcção ortográfica e de pontuação, era bom que sobrassem alguns pontos finais para mim. Porque me apetecia pôr um ponto final, parágrafo de preferência, nalgumas das situações que vivo...
Ponto final na política de educação. Ponto final na mentira. Ponto final nos ódios mesquinhos da minha escolinha linda (às vezes). Ponto final na mágoa do tempo apressado. Ponto final também nas enxaquecas que não me têm largado. Ponto final na solidão (quando dói). Ponto final no meu vício de pensar. Ponto final nos meus sentires hiperbólicos....

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