quarta-feira, julho 30, 2008

Há lugar para dois. Eles sentam-se, tête-à-tête frente ao mar, e desfiam a vida construindo amanhãs. Tudo pode ser real, possível, porque o oceano é imenso, o silêncio quase total e a brisa, cheirosa e intensa, faz voar os cabelos que ela deixou soltos e húmidos. Voam gaivotas, por ali, e eles olham-nas, sem vontade de voar, desejando antes criar raízes no lugar mágico que serve para os dois. Não há bica, nem tremoços, nem sequer pastéis de nata estaladiços a escorrer. Mas há conversas gostosas, húmidas também, tecidas com a certeza do não ser e, por isso, muito mais leves e ousadas.
Às vezes, acontece assim.
# posted by Luísa @ 8:30 a.m.
terça-feira, julho 29, 2008
É já amanhã que voo para Bruxelas. O coração da Europa, o palpitar de gente, o bonequinho ridículo a fazer xixi, cidade do Tintim, de misturas e aventuras, de edifícios austeros e jardins bem verdes. Vou comer moules (uma bela porcaria) e, de certeza..., não vou resistir aos morangos suculentos, espetados num pau escorrendo chocolate. Vou treinar o meu francês, língua terna que ninguém mais aprende em Portugal, e elogiar - Sempre! - a pontualidade e eficácia dos transportes públicos. Vou, ainda, tentar voltar a Bruges.
Depois, num instante, vai ser domingo e vou voltar.
Parágrafo na existência rotineira.
# posted by Luísa @ 10:08 p.m.
domingo, julho 27, 2008

Acabou-se a caipirinha ao fim da tarde. O copo ficou lá, vazio, os tremoços e a música brasileira também. Ficou lá um pouco de mim, o lado mais livre, mais solto, mais de ficção talvez. Ela - eu, em férias, acredita nos possíveis, constrói faz-de-conta e sorri mesmo antes da caipirinha... Lá, na Rocha, não se compram jornais, ignora-se a rotina e só o gralhar estridente das gaivotas enche as manhãs-madrugada. Será que as gaivotas gralham? ou grasnam? ou conversam, e por isso gritam, furiosas por tanta gente lhes ocupar o espaço? Na minha praia há imensas gaivotas. De manhã voam loucas, tontas do sol, excitadas com o cheiro das mil bicas tomadas de pé, cestos às costas, ocupação anunciada do areal. De tarde, quase noite, reassumem a posse da praia e são milhares, empoleiradas nos toldos, passeando na areia, desafiando as ondas que os humanos libertaram. A contrastar com as gaivotas malucas, há os humanos ridículos. Prefiro as gaivotas.
# posted by Luísa @ 11:09 p.m.
sábado, julho 26, 2008
Voou a semana de praia e amanhã, sem vontade, volto ao meu mundo. Tenho saudades do Fred e da Ginja, do Buda também, adivinho os ladrares felizes amanhã, quando me virem, os saltos, as lambidelas. Mas não me apetecia ir já para casa. Consola-me ser por pouco tempo... 4ªfeira, Bruxelas. Depois, dia 4, três dias só para mim, sozinha num lugar que está limpo de memórias, de saudades, de recordações, de outras presenças. E irei ainda ver a minha menina grande, agora em Istambul, cidade imensa onde temo por ela!
O tempo segue. Soma e segue. Eu também.
# posted by Luísa @ 10:53 p.m.
terça-feira, julho 22, 2008
A minha pele mudou de cor, está achocolatada, mais sardenta ainda. Saibo a sal, a sol e a mar. Ato os cabelos, procuro cores fortes e tento enganar a existência. Mas a essência não deixa, impõe-se, traz-me o que não peço... Então, olho os outros para não me ver a mim. Vejo corpos diferentes, feios e bonitos, mulheres maduras de top-less horroroso, miúdas elegantes com passadas elásticas, homens adultos e carecas pretendendo, dentro de coloridos calções, agarrar a juventude perdida. No toldo junto ao meu há uma família inglesa. Duas mulheres branquelas e loiras, rubras que nem lagosta suada mas da dita tendo apenas o suado!
Curiosa a praia...
# posted by Luísa @ 11:12 p.m.
sábado, julho 19, 2008
Vigésimo quinto andar, sobre o mar, vendo as gaivotas voar por baixo da minha varanda. Estou a ouvir as ondas, tenho um bolo de mel e noz feito no Algarve, e cheira intensamente a mar. Está maré baixa, vejo as ondas a esticarem-se na areia, a espuma preguiçosa a pintar de branco o negro da noite. Vêm mil recordações! Dantes, eu miúda, segura por saber os meus pais presentes, via o mar encher-se de luzinhas. Perguntava-me se eram as estrelas a tomarem banho, e ouvia as explicações dos adultos sobre os pescadores que andavam na faina. Hoje, não há já luzinhas no mar. Hoje, esta noite, só vejo reflectidas, lá longe, as luzes das esplanadas e das discotecas. Hoje, já não estou segura. Hoje, agarro-me com força às recordações temendo um naufrágio no futuro.
# posted by Luísa @ 10:35 p.m.
sexta-feira, julho 18, 2008
Tenho a mala pronta, amanhã parto. E vou com vontade de me perder, de deixar que o mar me chegue à alma, de sede da caipirinha gostosa nos fins de tarde sentada na areia. Levo outros desejos, também. Contidos mas intensos.
Férias!!
# posted by Luísa @ 11:52 p.m.
Até que enfim, chegaram as minhas férias! Até que enfim, chegou o tempo de ignorar o quotidiano, mandar às urtigas o tempo e fazer aquilo que me apetece. Bom, que me apetece e que é possível porque, muitas vezes (vezes demais) não é possível fazer o que tenho de facto vontade. Mas tenho sempre a hipótese de sonhar, de fugir ao real e navegar no sonho tecendo possíveis que sei impossíveis… Este ano de 2008 tem sido terrível. Dos piores que tenho atravessado! Tudo, ou quase, correu mal, desde a porcaria do governo do meu país, às barbaridades que enfrentei na Escola, ao calor excessivo, tudo tem sido doloroso. Por isso, ou se calhar por coisa nenhuma, ou se calhar apenas porque este é o espaço onde o apetece-me pode acontecer, apetece-me falar de sonhos. Dos meus sonhos bons. Daqueles que oriento mesmo acordada, daqueles que nada têm que ver com os pesadelos que me despertam para insónias dolorosas.
Eu tenho muitos sonhos! Sonho com a derrota do PS nas próximas eleições. Vejo o governo a mudar, respiro de alívio, sonho que os portugueses recuperam poder de compra, redescobrem o sorriso e voltam a acreditar que vale a pena viver em Portugal. Sonho que o primeiro-ministro já não é um menino de ouro, mas um homem de verdade, lutador, realista, com soluções reais para ajudar o meu país a sair do lamaçal em que se encontra. Sonho que a Ministra da Educação e a sua equipa desapareceram e que a pasta da Educação foi entregue a gente inteligente, conhecedora e preocupada com o sucesso efectivo e real dos jovens do meu país. Sonho também, muitas vezes, que a minha cidade conseguiu atrair investidores, que o emprego cresce, que os sorrisos voltam, que a má-língua do bota-abaixo perde sentido. Sonho, ainda com mais frequência, que os homens se entendem. Imagino-os a reaprender o hábito de conversar, a lembrarem-se das longas conversas de Sócrates, de Platão, e a compreenderem que o dom de falar, o poder de conversar, é um benefício que deve ser aproveitado!
Nas férias, junto ao mar, sobretudo no finalzinho do dia, quando fico tentando descobrir o ponto verde no mar, sonho que o Amor voltou. Que despiu a forma difícil dos poetas, que surge cheio de alegria e de realizações, vestido de chocolate, cheirando a maresia e coberto de Verdade. Então, quero-o mesmo para mim e conto-lhe, nas conversas mudas que ele entende, da minha solidão que dói, da revolta, da mágoa, da saudade e do desejo que o mar salga até fazer doer. Ao sonho, conto sentires inenarráveis, ousadias inconfessáveis e desejos reprimidos.
Sonho ainda com a sorte. Com essa mesmo que permite que não haja doenças, que a morte passe bem longe, que os desentendimentos não surjam.
Em férias, é assim. Há tempo para olhar o sonho e carregar as baterias da emoção e recuperar vontades. Estas férias, junto ao mar, vou ainda aproveitar para fazer uma cova funda, muito funda, funda mesmo, tão funda que possa chegar ao coração do mundo, e gritar lá para dentro a urgência de recuperar o essencial da Pessoa Humana. Depois, não vou tapar o buraco porque quero que chegue longe, bem longe, o meu desejo real de um mundo mais autêntico e verdadeiro!
# posted by Luísa @ 12:32 a.m.
quarta-feira, julho 16, 2008
Tantas partidas, que são feitas de regressos também, que tecem a novidade com os estilhaços do quotidiano. Voltei, de novo. E a lua está a vigiar-me, decerto indiferente à minha nostálgica insónia, sem se preocupar nada com os mil sentires que me sufocam. Vejo a lua bem, hoje. Entra-me pela janela, gorda, quase distingo o tal penitente que, contava a minha avó, por ter trabalhado ao Domingo lá foi colocado de castigo. Coitado... Castigo eterno! Eu tenho mais sorte. O meu castigo, viver, terá um fim. Pessoa, ou Ricardo Reis - o que é quase a mesma coisa, sempre absolutamente diferente - garantiu: "O Homem é um cadáver adiado que procria". Cheio de razão, como sempre.
Mas cheio de azar, também. Porque a razão não conhece o desejo intenso do corpo que pulsa sob a lua gorda, os sentires gelidamente abrasadores que dominam os pensares, o desespero do tacto no lençol vazio.
Regressei. Terminou a brecha no quotidiano e voltei. De alma lavada, o Tango em Beja tocou-me fundo!, paladares renovados, as ostras no Trinca-Espinhas eram deliciosas, de paz quase recuperada, a minha filha mulher plena a viver a cumplicidade, de coração mimado, uma tarde junto de Amigos pinta a vida de outra cor....
# posted by Luísa @ 12:24 a.m.
sexta-feira, julho 11, 2008
Fim-de-semana a anunciar-se quase perfeito: - Está fresco, vou dançar a Espanha e amanhã há Tango em Beja. É uma folga na pressão diária que me arrasa, na podridão que me infecta os sentires e revolta os pensares!!
# posted by Luísa @ 12:17 p.m.
quarta-feira, julho 09, 2008
Hoje dou os parabéns a mim mesma. Evoluí... Consegui estar numa reunião, mais de três horas!, sem manifestar a minha total discordância face aos documentos apresentados, sem propôr alternativas, sem lutar pela qualidade do ensino, sem argumentar que o que importa hoje são as competências e não, apenas, os conteúdos, sem dizer que esta equipa da educação é uma cáfila de imitação, sem protestar por a minha avaliação depender dos resultados dos meus alunos (a partir de agora serão todos EXCELENTES!). Estive calada (quase sempre) e conclui que o resultado foi satisfatório. Aliás, foi bom! Vim para casa apenas desiludida e com vontade de chorar, não carreguei a habitual dolorosa frustração nem o sentimento de me achar odiada pelas colegas.
Hoje, dou os parabéns ao governo de Portugal e à Ministra da Educação. Conseguiram os seus intentos: - Paralisar a inovação, provocar o silêncio desiludido, fazer dos professores ovelhas obedientes. Ou, melhor, domesticadas... Agora, para ser perfeito, eu havia de conseguir dormir sem insónias nem pesadelos...
# posted by Luísa @ 10:14 p.m.
terça-feira, julho 08, 2008
"Avião sem asa, fogueira sem brasa,..." diz, em melodia perfeita, a Adriana Calcanhoto que a minha RFM me traz. Para mim, também é assim vezes demais! Agora, superando os cúmulos inimagináveis, o Ministério da Educação impõe a formação que nós, professores..., temos de fazer. Acabou-se o direito de escolha, impedem-nos a vontade e o livre arbítrio, determinam, com laivos da pior ditadura, e a nós cabe obedecer.
Eu sempre desconfiei da verdade da essência do 25 de Abril. Agora, vejo confirmadas as minhas piores suspeitas: - Não se implantou a democracia, apenas de mudaram os donos da ditadura. Para pior! Para muito pior! porque os outros, os do tempo do Salazar, eram educados e cultos. Eram violentos, sinistros, horríveis, mas eram Senhores. Estes, produtos da mediocridade, são ignorantes e pirosos. Foleiros mesmo, de um novo riquismo atroz! Não são senhores, são doutores e engenheiros de má formatura... Agora, faz falta outra revolução! Mas de verdade!!!
# posted by Luísa @ 11:37 p.m.
segunda-feira, julho 07, 2008
Tenho um telemóvel novo, giríssimo. Não sei mexer nele, mas não faz mal, conta a imagem! como o meu telemóvel é a vida... às vezes, nada funciona, as teclas correctas encravam, a razão desrazoa-se. Mas ela continua, convencida que é gira como um telemóvel último modelo. Como o Álvaro de Campos "ir na vida como um automóvel último modelo". Eu não queria. Não quero. Prefiro ir a pé, de braço dado, sentindo o cheiro das flores, da maresia, da esgoto humano também. Olhar e ver, como Caeiro, instalada nos sentidos, iludindo os pensares!
# posted by Luísa @ 11:15 p.m.
domingo, julho 06, 2008
Se a fantasia fosse masculina, usasse calças e tivesse barba, queria-a para casar. Porque preciso, desesperadamente!, de um sorriso real feito de pontas de espuma, de um abraço quente capaz de refrescar, de um corpo ao meu lado na cama para ela ficar enorme, de palavras ousadas para desafiar práticas ancestrais. Se eu casasse com a fantasia, havia de acreditar sempre que, às vezes, o sol nasce às risquinhas; que a chuva também seca; que o sol pode ser gelado; que ser feliz é possível. Se eu pudesse casar com a fantasia, havia de ter a certeza da invalidade do real!!
É que (estas expressões de realce dão mesmo jeito!) quando a Fantasia me visita, eu recupero o sorriso!!
# posted by Luísa @ 11:15 p.m.
sexta-feira, julho 04, 2008
É preciso sacudir as catástrofes, respirar fundo e seguir. Se em frente, se em ziguezagues, se num percurso em avanço de encontro ao fim, não interessa. É preciso viver, ou sobreviver, sorrir, ou fazer um esgar, e integrar o todo lodoso que é o mundo hoje. Dizem que a vida é assim, que vivemos para sofrer. Eu, católica de Fé muito tremida, tenho dúvidas. Que Pai existe que queira ver sofrer os filhos? É a nossa Liberdade que nos guia, é o maior dom que Deus nos dá. Mas como praticar a Liberdade num mundo que os homens teceram de grilhões e mentiras?
Eu queria uma resposta. Um abraço forte feito de palavras também, de conversas muitas, de procuras conjuntas.
# posted by Luísa @ 10:35 a.m.
quarta-feira, julho 02, 2008
Desabou o mundo em cima de mim.
# posted by Luísa @ 11:00 p.m.
terça-feira, julho 01, 2008
Gosto da palavra fantástico. Aliás, eu gosto de palavras. Gosto de as saborear, de as enrolar na língua, de as dizer devagarinho, de as usar e até, às vezes, de as gastar. Gosto da palavra cumplicidade, é comprida e intensa, sugere-me companhia e compreensão; gosto da palavra sentires, escorre-me por dentro, lava-me a alma; gosto da palavra parvalhão, é gorda e cheia, cumpre a função; gosto da palavra mar, cheira a sal e a paz; gosto da palavra Mãe, sabe a mimo e abraços apertados. E gosto, também, da palavra fantástico. Sabe-me a euforia e plenitude, exprime emoção e prazer, fica a encher-me a boca toda e chega-me ao coração. Como, ultimamente, a vida, ou a humanidade (que é quase a mesma coisa), não me tem dado muitos motivos para saborear fantásticos, hoje, ao sentir a palavra rolar-me na boca, encontrei-lhe um novo sabor. Assim como acontece quando, em dieta rigorosa, ousamos transgredir com um chocolate inteiro! E o fantástico gostoso surgiu na minha cidade, centrada no hoje, subitamente, como se me quisesse despertar para as coisas boas (fantásticas!) que por cá há. Surgiu a propósito de um projecto de sucesso, que me entusiasma e que apoio como posso e, depois, na solidão da minha existência, esticou-se e foi abrangendo outras realidades. Bom, devo confessar que o fantástico surgiu num momento especial, bem feminino, uma ida ao cabeleireiro onde me sinto bem e onde sou bem atendida… É bom ser Mulher lá! Um casal jovem cheio de garra, sempre disposto a sorrir, investe, aliando à actividade de Beleza um profissionalismo indiscutível. Este casal, com uma equipa muito jovem, é de Portalegre e tenta, com esforço, o sucesso na sua terra. Têm-no conseguido e eu acho-os fantásticos! Gosto que me saibam o nome, que me provoquem o sorriso, que alimentem com alegria o meu desejo constante de estabelecer laços. Há cerca de dez anos que conheço esta equipa, e nunca me senti mal nos diferentes espaços que dinamizam. São uma equipa fantástica! Mais recentemente, abriu na minha cidade um outro espaço de cuidados estéticos, a D&C. Duas jovens ousaram investir na cidade e fizeram-no com gosto, com qualidade e com requinte. Mais uma vez, a equipa é jovem, moderna, eficiente e actualizada. Primam pela simpatia mas também, o que é essencial, pelo profissionalismo. Lá, vive-se um ambiente de descontracção que, sem dúvida, ajuda a suportar a realidade pouco simpática do quotidiano. É um lugar fantástico! Igualmente fantástica é a equipa da escola Silvina Candeias! São todos jovens que trabalham intensamente, sempre com bom humor e exigência. É um espaço de arte, de cultura também, onde quem está se sente bem e integrado. Fantásticos!
Fantástica também a iniciativa da minha Câmara Municipal de aderir à QUALITAS, uma associação de municípios e entidades, vocacionada, essencialmente, para a preservação e certificação de produtos regionais e tradicionais. Acho digno de registo, enche-me a alma!, a ideia de que há alguém que não está disposto a entregar tudo de mão-beijada à Europa. Acho fantástica a ideia de haver quem esteja disposto a fazer das fraquezas forças e, unindo-se, lutar por aquilo que nos identifica e nos faz ser quem somos!
Às vezes, há coisas fantásticas!!
# posted by Luísa @ 11:39 p.m.
O Buda está doente, está na clínica veterinária, talvez volte amanhã. O Sr. Barradas do cachimbo, aquele mesmo que sempre carregava jornais debaixo do braço, despediu-se da política. O miúdo Testa continua insuportavelmente idiota, nas suas intervenções na Assembleia Municipal. Está calor. Uma louca qualquer escreveu um livro sobre o maldito Sócrates, que eu detesto, chamando-lhe menino de ouro!! O Tempo segue sem sequer se importar com tanta barbaridade... Eu sobrevivo. Porque viver não é uma opção.
# posted by Luísa @ 10:57 p.m.

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