terça-feira, janeiro 27, 2004
Impressionante a morte de Feher. Jovem, e tudo o resto que muito se disse. Sorrindo. E eu a pensar na prioridade que quero. De repente, parece que faz tão pouco sentido existir, sonhar. O que faria sentido seria mesmo sermos fazedores de afectos, cúmplices, actores de intimidades. Era isso que eu queria. Que tu quisesses. Tu. O outro, aquele!
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