segunda-feira, janeiro 12, 2004
A morte. Apavora-me! E, no entanto, racionalmente entendo-a, faz sentido. O que seria a eternidade da dor, do sofrimento, da rotina? Mas, por outro lado, porque tem a morte de fazer surpresas, de se vestir de negro, de trazer consigo o sabor salgado das lágrimas que não vêm do mar?!
O pior da morte é a saudade. A incongruência também. Só morre quem faz falta!!
E eu quero a vida. Queria gostar da vida ao segundo, sem ódio, só com a pontinha de má-língua lagóia bem salutar...
Oiço em mim o Poema de Carlos Garcia de Castro, "Gajo porreiro" e tenho medo da evidência, do banal fundamental.
Ah! Poesia...
O pior da morte é a saudade. A incongruência também. Só morre quem faz falta!!
E eu quero a vida. Queria gostar da vida ao segundo, sem ódio, só com a pontinha de má-língua lagóia bem salutar...
Oiço em mim o Poema de Carlos Garcia de Castro, "Gajo porreiro" e tenho medo da evidência, do banal fundamental.
Ah! Poesia...
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