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segunda-feira, janeiro 19, 2004

Às vezes chega um cansaço-exaustão-enjoo-de-vida. Parece que nada faz sentido, que pouco vale a pena. Depois, o sol brilha, faz frio, e o coração aquece, e o olhar perde-se na imensidão dos sonhos, na eternidade dos quereres. E tudo faz sentido, por o não ter! Tudo se revela, simplesmente, bizarro e oco, provando que levamos o tempo angustiados com inutilidades para, no fim, atingirmos o inevitável. Se o inevitável o é, então, valham-nos os "non-sense" existenciais.
Valha-nos, também, a nogueira que perde as folhas, o melro que tirita de frio, o cão que uiva de noite!

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