quinta-feira, março 25, 2004
...e esta Primavera de frio e vento que me incomoda! Queria a paz florida das cerejeiras do meu Alentejo. Queria, como!!, a segurança de um tempo renovado. Mas só me chega a repetição do NADA, a triste confirmação da humanidade feita de coisa nenhuma. Por isso agradeço ao alfabeto! Às letras fantásticas que me permitem, sem culpas, fazer um mundo meu, diferente, de escrita-sonho-fantasia. Se eu pudesse, queria ser uma letra. Uma letra só, sem pretensões, para poder encontrar sentido quando colocada ao lado das outras letras, iguais a mim, num mundo que se lê e permite o sonho...
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