sábado, abril 10, 2004
Ainda é Páscoa. Fui à Sé, ver o espectáculo... Não senti emoção, não me disseram nada as palavras lidas por uma voz sem ritmo, não me sensibilizaram os cânticos gritados por uma voz feminina esforçada. Apenas a morte. Ali. O louvor à cruz, lugar da dor, e a confusão a instalar-se mais intensa em mim. Onde fica a Alegria da Vida? Onde está a ternura de um Cristo que foi homem?
Cada vez percebo menos a vida, a existência. Cada vez sinto mais só a essência. A minha.
E é Páscoa.
Cada vez percebo menos a vida, a existência. Cada vez sinto mais só a essência. A minha.
E é Páscoa.
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