quinta-feira, abril 08, 2004
A Primavera chegou com medo. Talvez assustada com o mundo que encontrou, voltou atrás e cedeu passagem ao vento. Dentro de mim também há vento. Que me agita, incomoda, espalha sonhos e desarruma vontades-anseios.
É Páscoa. É preciso viver a Festa e, mesmo com Fé perdida, sinto alguma hipótese de renovação talvez provocada pela imensidão de ovos coloridos que encontro sempre que vou ao super-mercado. E é curiosa a Páscoa no supermercado. Há coelhos (nunca percebi porque se associam os coelhos à Páscoa se eles não põem ovos), há cores e papéis brilhantes, há amêndoas e chocolates. Há, ainda, olhares angustiados sobre os preços. Mas, que importa isso? Afinal, pormenores humanos numa existência cada vez mais in-humana!!
É Páscoa. É preciso viver a Festa e, mesmo com Fé perdida, sinto alguma hipótese de renovação talvez provocada pela imensidão de ovos coloridos que encontro sempre que vou ao super-mercado. E é curiosa a Páscoa no supermercado. Há coelhos (nunca percebi porque se associam os coelhos à Páscoa se eles não põem ovos), há cores e papéis brilhantes, há amêndoas e chocolates. Há, ainda, olhares angustiados sobre os preços. Mas, que importa isso? Afinal, pormenores humanos numa existência cada vez mais in-humana!!
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