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domingo, maio 30, 2004

Tenho saudades do cheiro da barba masculina, do abraço forte e quente do Homem que partiu. Não gosto destas saudades. Fazem doer, atiçam os sentires, vestem a minha essência de luto-negro. Um dia... um dia morrerei. Cumprindo o dogma do meu poeta "um cadáver adiado que procria", deixarei no mundo os meus frutos - de amor e ardente paixão - e serei cinzas. Então, lamentarei as ausências, as faltas de tempo, os tempos de solidão excessiva. Mas, então, de nada servirão os meus anseios, os meus sonhos adiados.

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