sábado, maio 29, 2004
Tenho um nó nos sentires. Um nó que, por acaso, não é cego! Conheço-lhe as pontas que se emaranharam e sei, bem, o que fez esticar e prender com força o nó. Foram muitas coisas... Algumas, obras do dito Fado português, ou do tal Deus que não conheço, surgiram de repente e viraram tudo de pernas para o ar. Outras, eu mesma as arranjei, inconsciente, com a mania que tenho de que é possível ser diferente e livre. Aprendi que a Liberdade não é mais do que uma das três intenções da Revolução Francesa. Em Portugal, hoje, trinta anos depois daquela história dos cravos a que alguns chamam Revolução, o medo continua a vingar, a Liberdade tem um preço. Diferente? sim, diferente: - Agora paga-se em euros!!
Queria um mundo, ou pelo menos um Portugal, tão livre como este blog. Onde se pudesse dizer tudo sem medos de represálias.
Estou amarga e desiludida. O que estamos a fazer com o país de marinheiros e poetas?...
Queria um mundo, ou pelo menos um Portugal, tão livre como este blog. Onde se pudesse dizer tudo sem medos de represálias.
Estou amarga e desiludida. O que estamos a fazer com o país de marinheiros e poetas?...
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