domingo, junho 27, 2004
É domingo, Portugal continua no EURO, o Primeiro Ministro vai-se embora, todos especulam sobre o futuro mais próximo de Portugal e está calor. O inferno desceu, ou subiu?, à terra. E eu estou com calor, ansiosa, angustiada e cada vez mais trancada em mim. A catorze chaves, que sete é pouco.
Apetecia-me viajar no tempo, partir para um futuro sonhado, desejado, onde não houvesse solidão, nem doenças, nem sequer dedos cosidos. Apetecia-me a neve, um abraço quente, a ilusão de possíveis de felicidade.
Apetecia-me, ainda, o mar. A praia, os segredos das ondas, o beijo que leva o sal. Apetecia-me, afinal, ser continuidade.
Apetecia-me viajar no tempo, partir para um futuro sonhado, desejado, onde não houvesse solidão, nem doenças, nem sequer dedos cosidos. Apetecia-me a neve, um abraço quente, a ilusão de possíveis de felicidade.
Apetecia-me, ainda, o mar. A praia, os segredos das ondas, o beijo que leva o sal. Apetecia-me, afinal, ser continuidade.
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