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terça-feira, junho 29, 2004

Ele veio devagarzinho. Não bateu à porta, não tocou a buzina e nem sequer assobiou. Chegou, entrou e fez-se sentir. Vinha carregado de ternuras, ousadias, inconfessáveis. Instalou-se, não anunciou que era para ficar. Ela veio então. Receosa.
E depois? E ele contou que nem todos os livros têm segundo volume. Disse das histórias com final feliz.
Ela temeu pelas narrativas abertas. Mas o sorriso era imenso, o abraço fresco no dia de Verão. E ela ajudou a escrever aquele trecho da narrativa.
Era uma narrativa a haver. Como o futuro...

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