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quarta-feira, julho 07, 2004

Continua o sol, desde a eternidade?, a deitar-se todos os dias, a acordar sempre igual. Às vezes, talvez envergonhado com o que vê, puxa até aos olhos os lençóis de nuvens. Mas a humanidade nem repara, afinal há tanto fumo no ar, tanta poluição no céu... Eu também sinto a poluição. A humana mesmo, feita de inveja má, de saudade dura, de mágoa de sempre.
Queria o Frei Abóbora aqui comigo, chamando-me Toujours, fazendo os anjos corarem de vergonha e escrevendo nos impossíveis as vivências da cumplicidade total!

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