quinta-feira, julho 29, 2004
Porque o calor continua, de novo o avião me tentou. Hoje fazia um risco só, largo, denso, sugerindo um aparelho grande e poderoso.
Entrei a bordo e escolhi o meu destino: - Siena (- Ah! Siena!! - ) e a praça recebeu-me entusiasmada, as velhas pedras murmuraram segredos, as mesas sujas de cervejas ancestrais sorriram-me cúmplices. Bebi um vinho ,- branco e frio -, olhei o sol e parti para o Hotel. Lá, o sonho tomou o controlo do voo sem rumo. Inconfessável. Inanarrável.
Voltei à minha piscina, já não havia avião no céu. Agora, era o meu desejo sonhado que voava sem deixar rasto sequer.
Entrei a bordo e escolhi o meu destino: - Siena (- Ah! Siena!! - ) e a praça recebeu-me entusiasmada, as velhas pedras murmuraram segredos, as mesas sujas de cervejas ancestrais sorriram-me cúmplices. Bebi um vinho ,- branco e frio -, olhei o sol e parti para o Hotel. Lá, o sonho tomou o controlo do voo sem rumo. Inconfessável. Inanarrável.
Voltei à minha piscina, já não havia avião no céu. Agora, era o meu desejo sonhado que voava sem deixar rasto sequer.
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