segunda-feira, agosto 30, 2004
Cheira a morte. Está por aí o barco do aborto, gente a falar de falsas liberdades, seres pretensamente humanos a fazerem politiquices com o Valor primeiro que é a Vida. Para alguns, não tem importância nenhuma, é mais um facto político, o aborto é um problema de algumas mulheres. Para outros, é uma oportunidade para aparecer na televisão, para fazer discursos, para repetir as parangonas que se ouvem no Partido e que cada vez fazem menos sentido...
A mim, mulher e pessoa, incomoda-me. São 750 euros, dizem, o preço de destruir uma vida. Mas não tem preço o acto de defender o crime!
Este mundo é estranho, confunde tudo, baralha liberdade e morte.
Não gosto desta sociedade.
A mim, mulher e pessoa, incomoda-me. São 750 euros, dizem, o preço de destruir uma vida. Mas não tem preço o acto de defender o crime!
Este mundo é estranho, confunde tudo, baralha liberdade e morte.
Não gosto desta sociedade.
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