segunda-feira, agosto 30, 2004
Gosto da palavra Amor. De fazer amor também. É o momento mágico, único, onde a cumplicidade - o mais difícil de conseguir - pode mesmo acontecer. Gosto de ficar depois, corpo suado e pleno, ouvindo roçar as asas dos anjos ciumentos de tanta plenitude que, espreitando, lamentam ser assexuados. Gosto de ser mulher. Gosto do hino à vida que é o amor!
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