sexta-feira, agosto 13, 2004
Às vezes o sono não vem.
Vem a noite, chega a calma, mas o sossego não aparece e a agitação - de sentires e pensares - não pára. Então há a hipótese, modernidade salvadora ?!, de abrir a janela e escrever, deixar correr os dedos no teclado e ver as letras organizarem-se para fazerem companhia. Não há preocupação de escrever bonito, de ser correcto, criativo, original, inovador. Há, que bom!, apenas a hipótese de esgotar o físico no cansaço do passeio de dedos por teclas para, então, ficar aberto o espaço para o sono que vai retemperar forças, recriar energias.
Lá fora continua o escuro, o silêncio que o ladrar do cão não consegue perturbar.
Vem a noite, chega a calma, mas o sossego não aparece e a agitação - de sentires e pensares - não pára. Então há a hipótese, modernidade salvadora ?!, de abrir a janela e escrever, deixar correr os dedos no teclado e ver as letras organizarem-se para fazerem companhia. Não há preocupação de escrever bonito, de ser correcto, criativo, original, inovador. Há, que bom!, apenas a hipótese de esgotar o físico no cansaço do passeio de dedos por teclas para, então, ficar aberto o espaço para o sono que vai retemperar forças, recriar energias.
Lá fora continua o escuro, o silêncio que o ladrar do cão não consegue perturbar.
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