sábado, setembro 18, 2004
Disseram-me hoje que eu ando muito calma. Ri-me. Acaso o rosto espelha a alma? Mera ilusão de poetas ultrapassados... Dentro de mim há um tufão de emoções, um marmoto de sentires, um vulcão de pensares. Mas está tudo dentro de mim, trancado sem chave, guardado na cumplicidade exclusiva do meu próprio eu. Calma? Antes desiludida, desanimada, a achar que, se calhar, o sonho não serve mesmo de nada e a vida se cumpre de muitas mentiras e ricas aparências.
Um dia acreditei que a vida se cumpria num fazer de pequenas coisas. Que o Amor era real, a intimidade perfeita, a amizade sincera. Depois... acordei para a realidade. Então... estou a aprender a ser gente deixando de ser pessoa. É duro, difícil, mas hei-de conseguir! Eu até já sei gravar cd's no meu computador...
Um dia acreditei que a vida se cumpria num fazer de pequenas coisas. Que o Amor era real, a intimidade perfeita, a amizade sincera. Depois... acordei para a realidade. Então... estou a aprender a ser gente deixando de ser pessoa. É duro, difícil, mas hei-de conseguir! Eu até já sei gravar cd's no meu computador...
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