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quinta-feira, setembro 23, 2004

Às vezes o sono não chega. E então a noite fica comprida, longa. Desligada a televisão, com o Oceano Pacífico de sempre, o silêncio faz mais sentido, a solidão ornamenta-se de recordações, de sonhos, de desejos que se confundem entre muitos passados e alguns futuros. Há uma letra de uma música portuguesa, de quem?..., que diz qualquer coisa como " de quem eu gosto, nem às paredes confesso". Apetecia-me fazer coro e dizer, (cantar não ouso...), que "o que eu sinto nem ao meu blog confesso..."
E as aulas nunca mais começam.
E o país nunca mais funciona!

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