terça-feira, outubro 19, 2004
Lisboa. Capital de Portugal, capital europeia, cidade das sete colinas. Chove.
E, de repente, aí estão os portugueses, argonautas fora de prazo, transformados em elefantes que, em deselegante bailado, saltitam de pedra em pedra evitando os buracos dos passeios, as poças de água das ruas, os automóveis estacionados nos últimos pedaços de calçada resistente ao abandono dos últimos anos. Lindo! A gente salta, mete a pata na poça, pragueja, sacode, salta outra vez, encharca-se, insulta o país, volta a tentar a passada larga e... conforma-se.
É Lisboa. É Portugal!
E, de repente, aí estão os portugueses, argonautas fora de prazo, transformados em elefantes que, em deselegante bailado, saltitam de pedra em pedra evitando os buracos dos passeios, as poças de água das ruas, os automóveis estacionados nos últimos pedaços de calçada resistente ao abandono dos últimos anos. Lindo! A gente salta, mete a pata na poça, pragueja, sacode, salta outra vez, encharca-se, insulta o país, volta a tentar a passada larga e... conforma-se.
É Lisboa. É Portugal!
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