sexta-feira, outubro 22, 2004
Às vezes existir dói, cansa, magoa. A gente mal dá por isso e esbarra com força no faz de conta, na realidade-que-não-é, vendo esboroarem-se sonhos na parede concreta do real-vida-verdade. Nessas horas, e minutos, e dias também, vejo em retrospectiva uma existência gasta, mais de 40 anos de sonhos adiados, recupero os instantâneos de Felicidade e faço-os render o máximo possível. Mas começam a ficar curtas as recordações... Eu cresci demais, talvez.
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