sábado, dezembro 04, 2004
Meia noite e meia hora. Tantas meias numa hora tão mágica!! É sexta -feira ainda. Não, é sábado. Mas é um sábado incipiente, sem história, por isso, para mim, é sexta-feira à noite. Devia ir dormir. Há quem garanta que o sono traz juízo, calma, razão, bom-senso. Eu, indiscutivelmente, prefiro os sonhos acordados, temo o descontrolo do sono e, por isso, não quero ir ao encontro dos fantasmas do meu dormir. Gosto desta hora, silenciosa, parada, parecendo que até os problemas se escoaram no breu da rua.
Olhei há pouco a noite, há luar, a cidade brilha lá em baixo. Em miúda, quando?, numa noite assim, espreitei e vi o Pai Natal! Só podia ser ele, riscando o céu, rápido. Hoje, já não tenho Pai Natal...
Olhei há pouco a noite, há luar, a cidade brilha lá em baixo. Em miúda, quando?, numa noite assim, espreitei e vi o Pai Natal! Só podia ser ele, riscando o céu, rápido. Hoje, já não tenho Pai Natal...
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