quinta-feira, janeiro 13, 2005
É noite ainda lá fora. O locutor do RCP diz-me que são quatro e vinte e cinco e que, depressa, vai ser preciso receber o dia e ir trabalhar. Eu fui surpreendida por uma insónia chata e vim para aqui, para a janela que a tecnologia abre para um mundo cada vez mais louco.
Já estive a ver fotos de Veneza, de Paris, de Estocolmo. O desejo de fuga, talvez. Mas as cidades chegam-me vazias, cheias de imobilidade e perfeição que sei inexistentes. Devia ir dormir... Devia ser capaz de me enfiar no quente da minha cama e dormir, sem sonhos nem pesadelos, viajando apenas nos braços de Morfeu.
Vou tentar.
Já estive a ver fotos de Veneza, de Paris, de Estocolmo. O desejo de fuga, talvez. Mas as cidades chegam-me vazias, cheias de imobilidade e perfeição que sei inexistentes. Devia ir dormir... Devia ser capaz de me enfiar no quente da minha cama e dormir, sem sonhos nem pesadelos, viajando apenas nos braços de Morfeu.
Vou tentar.
Comments:
Enviar um comentário