sábado, janeiro 15, 2005
Saturday night fever. Acho que era assim que se chamava o filme que vi em Londres há quase vinte anos. Então, o actor dançava, seduzia e encantava a minha ainda bem viva fé na felicidade. Era o John Travolta, jovem também.
Hoje, nem sei se o actor ainda representa, se dança, se existe sequer.
Dos sábados à noite conheço muitas febres. Boas e más. Porque há febres boas. Aquelas que nos tornam indiferentes ao mundo, surdos aos outros, cegos aos problemas.
Este sábado sou eu quem tem febre. Da de verdade. De gripe incómoda.
Hoje, nem sei se o actor ainda representa, se dança, se existe sequer.
Dos sábados à noite conheço muitas febres. Boas e más. Porque há febres boas. Aquelas que nos tornam indiferentes ao mundo, surdos aos outros, cegos aos problemas.
Este sábado sou eu quem tem febre. Da de verdade. De gripe incómoda.
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