domingo, janeiro 09, 2005
Voltei. O avião não caíu, não houve maremoto, voltei ao meu mundo, a este país sem rumo, ao quotidiano de coisa nenhuma.
À minha espera o sol frio, a seca incómoda, as maldadezinhas simultaneamente ridículas e profundas que fazem o meu dia a dia profissional.
Na ilha Terceira deixei uns dias bem vividos, a felicidade experimentada, o riso solto que julgava ter desaprendido.
Apetece-me já partir de novo. Para lá da linha do horizonte, para o lugar onde sonhar é possível, a cumplicidade acontece e o bem estar existe...
À minha espera o sol frio, a seca incómoda, as maldadezinhas simultaneamente ridículas e profundas que fazem o meu dia a dia profissional.
Na ilha Terceira deixei uns dias bem vividos, a felicidade experimentada, o riso solto que julgava ter desaprendido.
Apetece-me já partir de novo. Para lá da linha do horizonte, para o lugar onde sonhar é possível, a cumplicidade acontece e o bem estar existe...
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