domingo, fevereiro 13, 2005
Ainda é sábado. Não, de verdade mesmo já é domingo: 0.25h. Hora esquisita - zero. Como se fosse possível ser zero = nada! Coisas de homens, de certeza. Se Chronos tivesse sido uma mulher, se o Tempo fosse feminino, tudo seria bem diferente e, de certeza absoluta, não existiriam zero horas. Nem horas zero. Seriam sempre horas de alguma coisa, de alguém. Muita coisa faria sentido nos sentires, ainda que nem sempre na razão.
Tive três dias só meus. Sem ninguém. Eu e o meu Smart, cão hoje bem sujo..., passámos estes dias aqui no espaço amarelo. Comecei por curtir uma neura funda. A maldita da solidão... Mas depois o sol tentou-me. Andámos a passear. Vimos, eu vi claramente visto (sempre os meus Poetas comigo), um ninho de águia em Marvão. Era um cesto natural, largo, trabalhado, mas vazio. A bichinha tinha saído! Achei piada áquela solidão animal e prometi ao Smart que não ia mais chateá-lo com neuras. Amanhã/hoje vamos outra vez passear.
Provar que não há zeros no Tempo....
Tive três dias só meus. Sem ninguém. Eu e o meu Smart, cão hoje bem sujo..., passámos estes dias aqui no espaço amarelo. Comecei por curtir uma neura funda. A maldita da solidão... Mas depois o sol tentou-me. Andámos a passear. Vimos, eu vi claramente visto (sempre os meus Poetas comigo), um ninho de águia em Marvão. Era um cesto natural, largo, trabalhado, mas vazio. A bichinha tinha saído! Achei piada áquela solidão animal e prometi ao Smart que não ia mais chateá-lo com neuras. Amanhã/hoje vamos outra vez passear.
Provar que não há zeros no Tempo....
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