domingo, abril 10, 2005
É uma rampa inclinada, escorregadia e traiçoeira. No fim, um buraco negro, desconhecido, sem hipótese de retorno. Ele vai escorregando e eu não consigo fazer nada para evitar o buraco negro. Tenho já saudades, mágoa, uma dor funda na alma.
Queria-o sempre aqui, presente, para exigir, chatear às vezes, amar e compreender sempre... Mas a rampa é só para descer, sempre!
Queria-o sempre aqui, presente, para exigir, chatear às vezes, amar e compreender sempre... Mas a rampa é só para descer, sempre!
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