domingo, maio 29, 2005
Ando com o coração, com a cabeça, com os sentires e os pensares abarrotados de tristeza. A morte assusta-me pela saudade antecipada. Queria poder parar o tempo, eliminar a dor, guardar sempre ao pé de mim aqueles que tanto amo.
Estou chateada com Deus, com a vida, com seja lá o que for que comanda a existência humana. De que serve amar, viver, sorrir, estender o corpo na areia da praia, ouvir as ondas se, um dia, a morte no seu pleno absurdo põe um ponto final? São as banalidades da existência que me doem hoje. Há muito...
Estou chateada com Deus, com a vida, com seja lá o que for que comanda a existência humana. De que serve amar, viver, sorrir, estender o corpo na areia da praia, ouvir as ondas se, um dia, a morte no seu pleno absurdo põe um ponto final? São as banalidades da existência que me doem hoje. Há muito...
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