domingo, julho 10, 2005
Tenho na pele, a embrulhar os sentires confusos, o cheiro do mar, o gosto do sal. Carrego o olhar ainda cheio de paz, de sossego, de tranquila amizade. E já a vida me exige que recomece, que esqueça o bom que foi. Que mania da existência humana utiliziar os pretéritos para falar de coisas boas, abusar do presente para cada momento. O mar, a praia, a amizade, não sabem gramática, não conjugam os verbos e, talvez por isso, são eternos...
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