quarta-feira, agosto 03, 2005
Vi o Pégaso, de asas bem abertas, contornando o ponto verde. Ele sentiu-me. Levantou a cabeça, sacudiu as crinas, quase posso jurar que sorriu para mim. Da minha janela, pedi-lhe que me levasse. Para longe, muito longe, e nunca mais me trouxesse de volta. Ele foi embora. Sozinho.
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