domingo, dezembro 18, 2005
Manhã fria de domingo. Vejo um dia claro, o céu incomodamente azul, da janela da minha salinha. Da solitária, como lhe chamam as minhas filhas. Mas elas não sabem que aqui, rodeada pelos meus livros, a solidão dói muito menos...
Aqui penso o mundo, o que existe, não o meu, porque o meu não existe.
Aqui penso o mundo, o que existe, não o meu, porque o meu não existe.
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