terça-feira, janeiro 03, 2006
Já estreamos o novo ano. Chegou ufano mas, depressa demais..., tornou-se igual ao velho: - dificuldades, desilusões, problemas. Nem o champanhe, ou as passas, sequer a música, conseguiram lavar a alma da humanidade e fazer uma existência diferente. Que desilusão!!
É o tempo do nihilismo. É o tempo da degradação.
E a mim apetecia-me a cumplicidade, um abraço, o calor de coxas que se envolvem e de seres que são num. Coisas. Absurdos de uma existência feminina.
Humana? Talvez.
É o tempo do nihilismo. É o tempo da degradação.
E a mim apetecia-me a cumplicidade, um abraço, o calor de coxas que se envolvem e de seres que são num. Coisas. Absurdos de uma existência feminina.
Humana? Talvez.
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