sexta-feira, janeiro 20, 2006
Sexta-feira. Dia de saídas, de festa, de libertação de quotidianos em novas repetições. De fins de semana, agora...
A televisão calei-a. Gritava um qualquer concurso de perguntas e milhões, desliguei. Como é bom poder carregar num botão e calar o que incomoda. À distância, ainda por cima, com comando.
Quero um comando para a vida!
Se o tivesse, agora carregava na tecla verde, da esperança, e a minha solidão ganhava nova cor. A seguir, na tecla castanha para ter uma chávena de café, canela e chocolate, na melhor das companhias. Depois, a tecla azul, do sonho, dar-me-ia mil possíveis... E ia então dormir. Na sexta feira, à noite!
A televisão calei-a. Gritava um qualquer concurso de perguntas e milhões, desliguei. Como é bom poder carregar num botão e calar o que incomoda. À distância, ainda por cima, com comando.
Quero um comando para a vida!
Se o tivesse, agora carregava na tecla verde, da esperança, e a minha solidão ganhava nova cor. A seguir, na tecla castanha para ter uma chávena de café, canela e chocolate, na melhor das companhias. Depois, a tecla azul, do sonho, dar-me-ia mil possíveis... E ia então dormir. Na sexta feira, à noite!
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