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quarta-feira, março 15, 2006

Se eu vendesse desilusões, enriqueceria num instante. As minhas desilusões avolumam-se, fermentam e, deve ser só para me chatearem..., não se tornam em barreiras de novos sonhos!

Porque insisto em sonhar diferenças? Porque continuo a desafiar possíveis? Porque não deixo que o calo que me endurece a alma me impeça de sonhar?

Ah... Eu queria um mundo diferente! E, na impossibilidade de o conseguir, QUERIA uma escola dinâmica, feita de gente que pensa e ousa. Se eu pudesse, eu faria uma escola de pessoas. Sem campainhas, sem limites ao sonho, sem alunos postos na rua. Com gente que ri, que ama, que acredita, que faz! Se eu pudesse, na minha escola falar-se-ia de verdade, de realidades, de necessidades de ser.
Mas eu não posso. Eu só posso, enquanto a minha alma masoquista resistir, provocar os meus alunos, puxar-lhes pela essência e fazê-los ser únicos.

Um dia eu não vou já ter forças.

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