domingo, julho 16, 2006
Ouvi, com toda a atenção que a minha tristeza permitia, a entrevista de Maria João Avillez ao primeiro-ministro. Tinha já ouvido, nesse mesmo dia, a notícia do encerramento de mais uma empresa, na Azambuja, de mais despedimentos e de mais dificuldades. Por isso, talvez, estava verdadeiramente curiosa quando me sentei em frente ao televisor para ouvir o engenheiro Sócrates. Ouvi tudo.
No fim, apetecia-me chorar de raiva e impotência! Como é possível dizer-se, sorrindo!!!, que o país está melhor, que há desenvolvimento, que estamos no bom caminho? Tudo o que eu vejo, e vivo, são dificuldades crescentes… Este governo sufoca quem trabalha com impostos sobre impostos, faz crescer o desemprego, coloca funcionários efectivos em risco de deixarem de o ser, põe o cidadão comum a viver sobre brasas, em aflição constante, a juntar dinheiro para pagar impostos sabendo, antecipadamente, que desse dinheiro não vai recolher benefícios. Sim, sabemos todos que a Segurança Social é nula, que a saúde é de péssima qualidade (há uns dias um governante anunciava que as listas de espera nos hospitais tinham diminuído. Decerto muitos dos que esperavam, morreram!), que a educação é cada vez mais geradora de diferenças sociais. Sabemos, sentimos diariamente, o custo de vida a subir: o pão, a gasolina, o leite, TUDO sobe na razão inversamente proporcional aos ordenados, esses a raiar a miséria. Este governo, em teoria socialista, num jogo de charme (falhado!) a auto denominar-se de esquerda moderna, é uma ditadura económica. Onde ficam as pessoas, os portugueses, nas medidas deste governo? Abaixo dos números. O que importa é juntar dinheiro, ainda que a miséria aumente, mesmo que a infelicidade alastre, ignorando a palavra humanismo. Moderno? Porquê? Porque nos entretém com paradas gays e shows eróticos? Moderno porque defende a morte e não preserva a vida? Moderno porque diz promover as mulheres com leis da paridade sem nenhum sentido? Moderno porque é capaz de fechar Maternidades, Centros de Saúde, Escolas, sem querer saber das pessoas? Moderno porque dá computadores? Pois, para mim, este governo não serve e está a matar a sociedade portuguesa sufocando-a e, pior, impedindo-a de ser verdadeiramente livre. Os computadores não são a salvação da humanidade. Se o fossem, de certeza já alguém tinha feito um delete no governo de Portugal!
No fim, apetecia-me chorar de raiva e impotência! Como é possível dizer-se, sorrindo!!!, que o país está melhor, que há desenvolvimento, que estamos no bom caminho? Tudo o que eu vejo, e vivo, são dificuldades crescentes… Este governo sufoca quem trabalha com impostos sobre impostos, faz crescer o desemprego, coloca funcionários efectivos em risco de deixarem de o ser, põe o cidadão comum a viver sobre brasas, em aflição constante, a juntar dinheiro para pagar impostos sabendo, antecipadamente, que desse dinheiro não vai recolher benefícios. Sim, sabemos todos que a Segurança Social é nula, que a saúde é de péssima qualidade (há uns dias um governante anunciava que as listas de espera nos hospitais tinham diminuído. Decerto muitos dos que esperavam, morreram!), que a educação é cada vez mais geradora de diferenças sociais. Sabemos, sentimos diariamente, o custo de vida a subir: o pão, a gasolina, o leite, TUDO sobe na razão inversamente proporcional aos ordenados, esses a raiar a miséria. Este governo, em teoria socialista, num jogo de charme (falhado!) a auto denominar-se de esquerda moderna, é uma ditadura económica. Onde ficam as pessoas, os portugueses, nas medidas deste governo? Abaixo dos números. O que importa é juntar dinheiro, ainda que a miséria aumente, mesmo que a infelicidade alastre, ignorando a palavra humanismo. Moderno? Porquê? Porque nos entretém com paradas gays e shows eróticos? Moderno porque defende a morte e não preserva a vida? Moderno porque diz promover as mulheres com leis da paridade sem nenhum sentido? Moderno porque é capaz de fechar Maternidades, Centros de Saúde, Escolas, sem querer saber das pessoas? Moderno porque dá computadores? Pois, para mim, este governo não serve e está a matar a sociedade portuguesa sufocando-a e, pior, impedindo-a de ser verdadeiramente livre. Os computadores não são a salvação da humanidade. Se o fossem, de certeza já alguém tinha feito um delete no governo de Portugal!
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