segunda-feira, julho 10, 2006
Sento-me no sofá fofo, a janela imensa protege-me do calor oferecendo-me um cenário que, sabendo-o de cor, sempre me fascina. Peço um Porto branco, lágrima. Traz uma pedra de gelo, fica nas minhas mãos a rodar, o copo do Siza Vieira, o sol lá longe, o silêncio por companhia. O Porto, lágrima..., mascara outras lágrimas. Está-se bem, aqui. Há segredos que contei, e conto, às velhas muralhas que mais ninguém guarda.
Marvão. E eu.
Marvão. E eu.
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