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terça-feira, agosto 01, 2006

Há já muitos séculos que Camões garantia os contrastes do amor. Cantava-o em sonetos perfeitos, rimas correctas, conteúdos autênticos. Hoje, eu sinto a poesia dele doer-me fundo. Sem rima, sem perfeição, feita apenas de dolorosos contrastes, mágoas intensas, saudades muitas.
Porque o amor faz doer, traz lágrimas, torna frio o Verão escaldante e, ???, faz-me falta. Forte. Total! Exclusivo!

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