terça-feira, agosto 22, 2006
Oiço o futebol. O Benfica está a ganhar, há quem faça festa na minha sala. Eu fujo para a minha janela, sacudo pensares, espreguiço sentires.
Está uma noite quente, voltou o Verão, e apetecia-me um café na esplanada da minha eleição. Marvão, claro! Com ele. Os dois de janelas abertas, devagarinho, espreitando a barragem da Apartadura, ouvindo música baixinho. Eu contar-lhe-ia dos meus desejos mais intensos. De ternura, de corpo mesmo. Falar-lhe-ia de sonhos, de poetas, do Chronos tirano que me não deixa multiplicar possibilidades. A ele, na cumplicidade da noite, falaria dos Valores em que acredito, das referências políticas que me norteiam, dos desejos profissionais igualmente por cumprir. E o café, que nem é Delta, saber-nos-ia bem, tranquilizador.
Claro que, com café tarde na noite, eu não ia conseguir dormir. Mas também, que importava isso?, havia tanta outra coisa para fazer...
Está uma noite quente, voltou o Verão, e apetecia-me um café na esplanada da minha eleição. Marvão, claro! Com ele. Os dois de janelas abertas, devagarinho, espreitando a barragem da Apartadura, ouvindo música baixinho. Eu contar-lhe-ia dos meus desejos mais intensos. De ternura, de corpo mesmo. Falar-lhe-ia de sonhos, de poetas, do Chronos tirano que me não deixa multiplicar possibilidades. A ele, na cumplicidade da noite, falaria dos Valores em que acredito, das referências políticas que me norteiam, dos desejos profissionais igualmente por cumprir. E o café, que nem é Delta, saber-nos-ia bem, tranquilizador.
Claro que, com café tarde na noite, eu não ia conseguir dormir. Mas também, que importava isso?, havia tanta outra coisa para fazer...
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