domingo, outubro 15, 2006
Domingo. Fui tomar um café fora, andei por S. Mamede com as minhas saudades. Há vento, as folhas dançam loucas no chão, as árvores gemem, os pardais perdem a direcção escolhida. Eu não tenho direcção. Para mim, agora, este é o tempo da mágoa, da revolta, do cansaço. Pode vir o vento, forte, carregar-me no colo e embalar-me no berço dos impossíveis.
Mas que me dê colo. E que me embale.
Mas que me dê colo. E que me embale.
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