sexta-feira, dezembro 29, 2006
2006 está a acabar. Não me deixa saudades. Foi um ano cheio de chatices, de desilusões. Um ano em que a minha solidão cresceu, agigantou-se, tornou-se ainda mais presente. Foi, também, um ano de empobrecimento (mais ainda!) do meu país, do mundo talvez.
Agora, vem aí 2007 com o fascínio de chegar novo. Por chegar a estrear parece grávido de possibilidades. Ou ilusões...
Milhões de pessoas vão engalanar-se, abrir champanhe, fazer festa e tornar viva a esperança. Eu vou dormir cedo. Perdi há muito o poder da esperança, o desejo da festa.
Agora, vem aí 2007 com o fascínio de chegar novo. Por chegar a estrear parece grávido de possibilidades. Ou ilusões...
Milhões de pessoas vão engalanar-se, abrir champanhe, fazer festa e tornar viva a esperança. Eu vou dormir cedo. Perdi há muito o poder da esperança, o desejo da festa.
Comments:
É um acto normal. Uma situação comum.
Do estar à mesa com os amigos a beber champanhe, a estar na cama a ler um almanaque do tio patinhas, a diferença não é tão grande como às vezes parece.
A todo esse somatório de bons momentos, maus momentos e momentos assim-assim, é costume chamar-lhe VIDA.
E por muitas voltas que se dê à tortilha...
ENQUANTO HÁ VIDA HÁ ESPERANÇA!
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Do estar à mesa com os amigos a beber champanhe, a estar na cama a ler um almanaque do tio patinhas, a diferença não é tão grande como às vezes parece.
A todo esse somatório de bons momentos, maus momentos e momentos assim-assim, é costume chamar-lhe VIDA.
E por muitas voltas que se dê à tortilha...
ENQUANTO HÁ VIDA HÁ ESPERANÇA!
