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quinta-feira, dezembro 07, 2006

Chove muito, o nevoeiro é denso, o dia mal se distingue da noite. Da minha janela mal se percebe a nogueira triste, despida, agitada por um vento forte e decidido. É uma relação estranha, ela frágil, doce, terna na nudez involuntária; ele intenso, decidido, envolvente mesmo. Eu assisto. E sonho sem contar o quê...

Comments:
Se eu fosse a si...

Cobria a nogueira com um toldo de poliuretano e apontava um fole eléctrico na direcção contrária à desse fortalhaço vento! Quanto ao nevoeiro: sais de prata enviados para a atmosfera e a chuva cairia docement!

A serra dormiria então mais descansada...
 
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