sábado, dezembro 23, 2006
Quase-quase Natal. Já tenho as azevias, o bolo-rei, o ananás, as mãos a cheirar terrivelmente a alho por ter temperado o perú. O bacalhau está de molho, coitado: pescado, seco, salgado, demolhado, assado ou cozido. Parece um português a tentar viver... Na minha sala há embrulhos junto da árvore e o rei mago insiste em deixar cair a cabeça que a cola não pega ao corpo! O Smart está aborrecido, o que serão aqueles embrulhos todos?, e olha-me indignado cada vez que lhe grito sai daí imediatamente. É quase-quase Natal. A ternura que não embrulhei, insiste em molhar-me os olhos; a saudade não cabe em nenhum pacote e inunda-me as emoções.
Quem me dera que já tivesse sido Natal...
Quem me dera que já tivesse sido Natal...
Comments:
Não comento. Porque «isto» não se comenta…
Limito-me a desejar à autora – e a todos os leitores do seu Blog - um Feliz Natal, mesmo sem aqueles pacotes onde não cabe o Inverno do nosso descontentamento!
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Limito-me a desejar à autora – e a todos os leitores do seu Blog - um Feliz Natal, mesmo sem aqueles pacotes onde não cabe o Inverno do nosso descontentamento!
