quarta-feira, janeiro 24, 2007
Camões, o Príncipe dos Poetas, é um poeta rap. E no palco a artista faz-se poema, sonetos, yeh. O Homem que Portugal maltratou, aquele mesmo que deixou morrer na miséria, o autor do fantástico livro de aventuras de mar, guerra e muitos amores, surge actual. Sempre! Como actual é este país, Portugal infeliz, que hoje, como há 500 anos, maltrata os portugueses de génio, premeia a mediocridade, investe no nada.
Tarde de sala esgotada, jovens de nariz e bochechas pintadas do vermelho frio, olhares brilhantes. Camões é um poeta rap?! E cantam, Cantando espalharei por toda a parte yoh, Se a tanto me ajudar o engenho e arte-yeh, e eu quero perguntar onde está o engenho hoje, o que fizeram da arte que parece não ter lugar na escola. Mas não pergunto. Eles estão entusiasmados, eu também, Alma minha gentil que te partiste yoh, tão cedo desta vida descontente yeh...
Tarde de sala esgotada, jovens de nariz e bochechas pintadas do vermelho frio, olhares brilhantes. Camões é um poeta rap?! E cantam, Cantando espalharei por toda a parte yoh, Se a tanto me ajudar o engenho e arte-yeh, e eu quero perguntar onde está o engenho hoje, o que fizeram da arte que parece não ter lugar na escola. Mas não pergunto. Eles estão entusiasmados, eu também, Alma minha gentil que te partiste yoh, tão cedo desta vida descontente yeh...
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