domingo, fevereiro 11, 2007
Em primeiro lugar, o desinteresse. Em segundo, o crime! Eu já sabia que ia ser assim, que este Portugal, que confunde modernidade com crime, ia escolher o sim. Mas tinha uma réstea de esperança. Como o condenado à morte que, no momento final, espera ver entrar um oficial de justiça com a amnistia de última hora. Mas não houve amnistia.
O país que não tem dinheiro para apoiar as famílias, que não comparticipa as papas e fraldas, dispõe-se a pagar a morte, a financiar os criminosos! Para o Portugal de hoje, ser moderno é defender o crime, ser conservador é privilegiar o direito à vida. As mesmas pessoas que se dizem indignadas quando um bebé é abandonado num caixote do lixo, acham que a progenitora (mãe nunca!) deve poder matá-lo dentro da barriga! Contrasenso? Não, Portugal!!
O país que não tem dinheiro para apoiar as famílias, que não comparticipa as papas e fraldas, dispõe-se a pagar a morte, a financiar os criminosos! Para o Portugal de hoje, ser moderno é defender o crime, ser conservador é privilegiar o direito à vida. As mesmas pessoas que se dizem indignadas quando um bebé é abandonado num caixote do lixo, acham que a progenitora (mãe nunca!) deve poder matá-lo dentro da barriga! Contrasenso? Não, Portugal!!
Comments:
De todo neste início de Carnaval eu consegui retirar uma conclusão:
Existem de facto dois Portugais (???)…
O do norte – dos analfabetos, emigrantes e parolos
O do sul – dos letrados, politicamente adultos, revolucionários (de salão).
Cada um é como é. Cada um é pró que nasce!
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Existem de facto dois Portugais (???)…
O do norte – dos analfabetos, emigrantes e parolos
O do sul – dos letrados, politicamente adultos, revolucionários (de salão).
Cada um é como é. Cada um é pró que nasce!
