quinta-feira, fevereiro 15, 2007
A emoção, a saudade, o desejo também, deixam-se levar pelo vento forte. O mesmo que incomoda a nogueira e desorienta o voo dos melros. Fico de fora, vendo-me sendo sem ser, e peço ao vento que me leve também. Para longe! Para um espaço de cumplicidades, ternuras, cafés másculos e abraços cheios de cafeína...
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