terça-feira, fevereiro 13, 2007
Gosto da chuva. Vejo-a cair, oiço-a fazendo música na minha vidraça, adivinho-a a fazer maldades encharcando aqueles que têm de andar na rua. Faço-lhe um pedido: - Que lave este Portugal! Que o ensope de sonhos de ser, de energia de fazer, de possíveis de construir.
Peço-lhe, também, que me embale nos braços húmidos, misture as minhas lágrimas nos carreirinhos que caem do céu e me ajude a reacreditar na humanidade...
À noite peço mais. Mas não ouço confessar.
Peço-lhe, também, que me embale nos braços húmidos, misture as minhas lágrimas nos carreirinhos que caem do céu e me ajude a reacreditar na humanidade...
À noite peço mais. Mas não ouço confessar.
Comments:
Enviar um comentário