quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Muitas vezes vem este sentir assim, feito desejo existência-essência. Costuma chegar com aviso, entrando por a porta entreaberta da alma que não consigo trancar, fazendo-se mesmo anunciar por uma nostalgia estranha. Hoje chegou sem anúncio prévio. Aproveitou um intervalo na apreciação de trinta portfólios, colou-se à caneca com ursinhos que enchi de café, e instalou-se. Fez-se quentinho, terno, sentir até açucarado, e embalou-me a emoção. Recostei-me no sofá, fechei os olhos, deixei que no meio de muitos diários de leitor, por entre páginas de pesquisas reflectidas, dissesse carinho. A minha alma amornou.
Aqueceu-me o corpo também, enxugou-me as lágrimas (sempre excessivamente prontas para correr...) e exigiu-me um sorriso grande. Afinal, sorrir também faz bem e, muitas vezes, um sorriso largo desarma as agruras diárias. Prometi-lhe que vou reaprender o sorriso, que vou secar as lágrimas, que vou deixar-me levar pela fé que quero tanto experimentar de novo.
Vou tentar. Prometi-lhe!
Aqueceu-me o corpo também, enxugou-me as lágrimas (sempre excessivamente prontas para correr...) e exigiu-me um sorriso grande. Afinal, sorrir também faz bem e, muitas vezes, um sorriso largo desarma as agruras diárias. Prometi-lhe que vou reaprender o sorriso, que vou secar as lágrimas, que vou deixar-me levar pela fé que quero tanto experimentar de novo.
Vou tentar. Prometi-lhe!
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