terça-feira, março 13, 2007
Eu te amo. E era a meio da manhã, num café, mexendo a bica na chávena branca que lá se chama xícara. Novela. E eu, prosaica e conscientemente solitária, a olhar as páginas da vida desejando, também, um eu te amo a meio da manhã. Ou da tarde, da noite que fosse. O desejo intenso de descansar das maldadezinhas, dos ódios, das raivas que fazem rugas e enchem a alma de poeira incómoda.
Ainda bem que há novela. Graças a Deus há faz de conta!
Ainda bem que há novela. Graças a Deus há faz de conta!
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