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quarta-feira, março 14, 2007

Metade da minha alma é maresia. Dizia Sophia, a minha poetisa de eleição. Eu, aqui no fundo do Alentejo, rodeada de serra, ouvindo os cães e sorrindo ao meu amigo pardal, sinto que metade da minha alma é desilusão. A outra metade, recordação.

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